<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-22841280</id><updated>2011-04-21T12:26:55.499-07:00</updated><title type='text'>projetoemteste</title><subtitle type='html'>Para despertar interesse no projeto que está em sua fase embrionária.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://projetoemteste.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22841280/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://projetoemteste.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>projetoemteste</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13118479405425802333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22841280.post-114062343620704447</id><published>2006-02-22T07:40:00.000-08:00</published><updated>2006-02-22T07:50:36.226-08:00</updated><title type='text'>Dicadodia</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3938/2329/1600/KENLOACH.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3938/2329/320/KENLOACH.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Ken Loach - cineasta britânico.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Nascido em 1936 na Inglaterra este cineasta é um exemplo claro de uso da arte como crítica e denuncia sociais e políticas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Aborda, desde problemas de imigrantes estrangeiros em países de primeiro mundo, passando por desavenças religiosas até chegar em fascismo e guerra. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Seu último fime foi "Apenas um beijo". Que retratava a relação de um muçulmano e uma católica na Escócia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Outros filmes: "Meu nome é Joe", "Pão e Rosas" e "Terra e Liberdade".&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22841280-114062343620704447?l=projetoemteste.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://projetoemteste.blogspot.com/feeds/114062343620704447/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22841280&amp;postID=114062343620704447' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22841280/posts/default/114062343620704447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22841280/posts/default/114062343620704447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://projetoemteste.blogspot.com/2006/02/dicadodia.html' title='Dicadodia'/><author><name>projetoemteste</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13118479405425802333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22841280.post-114062232444340667</id><published>2006-02-22T07:30:00.000-08:00</published><updated>2006-02-22T07:32:04.446-08:00</updated><title type='text'>Um texto antigo que já despertava algumas coisas...</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;O papel humanitário da fotografia.&lt;/strong&gt; - por Tiago Marchesano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está acontecendo no Sesc Pompéia a exposição “World Press Photo”. Uma retrospectiva mundial de foto-jornalismo que premia as imagens fotográficas feitas no ano de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respire fundo. Deixe a alma tranqüila. E encare!&lt;br /&gt;Não é fácil e nem de rápida digestão. Mas a vida é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida é a protagonista nestas imagens. Acontecimentos mundiais retratam ela de diferentes formas. E estes são retratados por fotógrafos através de suas lentes perplexas por seu espetáculo. A guerra civil do Sudão mostra a luta para tirar e preservar vidas de minorias. A invasão norte-americana no Iraque a troca por riquezas e crenças imperialistas. As Olimpíadas têm a intenção de celebra-la. As Para-Olimpíadas tentam superar suas dificuldades. Um incêndio numa favela brasileira mostra a vida amontoada e sem perspectiva. O massacre na escola de Beslán assassina o início dela. Tudo isso está pendurado nas paredes do Sesc. Paredes que quase desabam, por não suportar todo o peso do sangue, das balas, dos sorrisos, da esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O feio se torna atrativo por causa da plasticidade dessas imagens. Suas cores, suas linhas, suas luzes. Faz com que você se interesse pelo que está acontecendo. Te causa impacto. Te causa dor. Muita dor. Compaixão talvez?&lt;br /&gt;Não deixe-se afetar por uma simples mancha de sangue, você ainda verá mais inúmeras nas próximas fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tente pensar que aquilo não é com você. São pessoas desconhecidas que vivem a muitos quilômetros de distância. Você nunca as viu e nunca as verá na vida.&lt;br /&gt;Impossível, não é? Por mais tentativas que faça, não consigo abstrair-me e pensar que são apenas fotos ou imagens. Porque são muito mais que simples imagens. São vidas, guerras, glórias, perdas. A pessoa que tem um pingo de conhecimento do que acontece no mundo sabe que aquilo tudo é verdade. E que é apenas uma pequena parte de um todo muito maior. A pessoa que não tem esse conhecimento, vai se chocar mais ainda. Dirá: “como algo assim pode existir”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fotografia tem a finalidade de retratar uma época, um acontecimento. Tem a função de mostrar ao mundo o que é perder um filho porque pessoas que moram ao seu lado não têm a mesma crença que você. Mas a foto pode mostrar tudo isso? Talvez não. Mas o sofrimento está lá. Escancarado na sua frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma oportunidade de ver com os próprios olhos o que de monstruoso ou de belo que acontece no mesmo planeta que você vive. Talvez, por inúmeras razões, você nunca terá a oportunidade de presenciar tais cenas ali, ao vivo e a cores. Mas essas fotos te ajudam a entender melhor. A estar um pouco mais próximo. Um pouco mais ciente da dor dos outros. Elas tem o poder de te tocar e fazer com que você pense que o mundo realmente está se matando. Está em plena fase de autodestruição. Mas ainda mostra esperança em certos olhares, em certos sorrisos. Nem tudo está perdido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fotografia é humanitária. Tem seu papel de despertador da consciência do homem. O homem tem o dom de tocar a alma do outro. Seja com um grito de dor. Com uma sinfonia. Ou com uma foto de um homem com os lábios e pálpebras costuradas em sinal de protesto. Sem aquela imagem, eu nunca saberia à quais conseqüências um homem iraniano levou sua revolta contra o governo holandês. Eu não moro na Holanda, nem no Irã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;São Paulo, 18 de julho de 2005&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22841280-114062232444340667?l=projetoemteste.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://projetoemteste.blogspot.com/feeds/114062232444340667/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22841280&amp;postID=114062232444340667' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22841280/posts/default/114062232444340667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22841280/posts/default/114062232444340667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://projetoemteste.blogspot.com/2006/02/um-texto-antigo-que-j-despertava_22.html' title='Um texto antigo que já despertava algumas coisas...'/><author><name>projetoemteste</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13118479405425802333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22841280.post-114062204501546748</id><published>2006-02-22T07:22:00.000-08:00</published><updated>2006-02-22T07:27:25.056-08:00</updated><title type='text'>Ums dos primeiros textos que iluminou minhas idéias.</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Saber ler e escrever - por Contardo Calligaris&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Em 2003, o governo lançou o programa "Por um Brasil Alfabetizado". Desde então, periodicamente, há cerimônias solenes de formatura para os adultos que aprenderam a ler e a escrever e para os que completaram o ensino fundamental. Com freqüência, o próprio presidente Lula felicita a turma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;No sábado passado, no Rio de Janeiro, o presidente disse aos alunos que, uma vez formados, eles poderão mais facilmente encontrar emprego e ganhar mais do que um salário mínimo. Além disso, o progresso na qualificação dos trabalhadores contribuirá para o desenvolvimento nacional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Um mês atrás, em circunstâncias análogas, o presidente evocou uma lembrança tocante: seu pai, analfabeto, comprava o jornal para que os outros não descobrissem que ele não sabia ler. Juntando Fome Zero, programa de alfabetização e campanha da auto-estima brasileira, ele afirmou: "Comer e estudar possibilitam ter força para trabalhar. Possibilitam estufar o peito e dizer "eu sou brasileiro e não desisto nunca".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Não há como não concordar: o analfabetismo é injustamente vivido como vergonha, o esforço de quem se alfabetiza na idade adulta pode e deve ser motivo de grande orgulho e, certamente, é mais fácil trabalhar comendo e sabendo ler e escrever.Mas resta que, nos discursos citados, nada parece ser dito sobre o que significa mesmo aprender a ler (não tenho acesso à íntegra desses discursos, talvez minha observação valha apenas para a seleção relatada na imprensa).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Algum leitor tomará a dianteira: "Agora ele vai nos dizer que o importante, na alfabetização, não é melhorar o acesso ao mercado do trabalho e permitir o exercício digno da cidadania (saber ler formulários, votar, informar-se). Ele vai dar uma de intelectual e afirmar que o pessoal deve se alfabetizar para ler Camões e Machado de Assis".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;É quase isso. Explico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;No começo dos anos 1970, em Genebra, fiz parte de um pequeno grupo de acadêmicos italianos que organizou um curso noturno para os imigrantes que quisessem completar o ensino fundamental. Leitores de Paulo Freire, tínhamos a ambição de fazer de nossas aulas um momento de "conscientização" (era a palavra na moda).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Pois bem, as pequenas turmas que ajudamos se interessavam, obviamente, pelo diploma (que era a condição para se candidatar a um emprego público na Itália). Mas o que todos queriam, o que os motivava, depois de um trabalho brutal, a passar as noites numa sala de aula era outra coisa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Foi a pedido deles que inventei um jeito de resumir muitos daqueles livros sem os quais o mundo fica mais triste e pobre. Resumi a "Divina Comédia", "Dom Quixote", "Crime e Castigo" e "Moby Dick". Resumi "Édipo Rei" e a "Fedra" de Racine. Resumi "O Jovem Törless" e "O Coração das Trevas". Para cada livro, eu contava a história, mostrava como ela nos tocava de perto e trazia um parágrafo ou dois de um momento crucial, para a gente ler e comentar. Às vezes, mudava as palavras ou endireitava a sintaxe, simplificava o texto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Mais pelo fim do curso, a gente ia ao cinema aos sábado. Depois do filme, durante noitadas das quais ainda sinto saudade, no café Landolt, era um festival de nexos e interpretações: "Ele fez que nem o capitão Ahab", "Ela era uma Fedra mesmo", "O outro se tomava pelo Grande Inquisidor" e por aí vai. As conversas se confundiam com o papo dos estudantes de letras nas mesas ao lado da nossa. Emocionava-me a familiaridade com a qual tratavam a tradição literária, mas o fato mais comovedor, para mim e para eles, era que sua experiência e sua fruição do mundo eram, de repente, mais ricas, mais complexas, mais humanas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Como é possível que, na hora de promover o programa nacional de alfabetização, só pareçam importar as vantagens materiais e sociais do diploma? Qual incompreensão do sentido da cultura e de seu uso faz que os discursos que felicitam os candidatos só falem de emprego e mudança de status?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Não vale responder que os candidatos têm necessidades imediatas (trabalho, arroz e feijão), enquanto a cultura é um luxo: negar esse "luxo" sob pretexto de que ele não enche a barriga significa negar a humanidade dos que se sentam num banco de escola.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;No discurso de setembro que citei antes, o presidente concluiu: "Se um filho de pai e mãe analfabetos, um torneiro mecânico de formação chegou a presidente da República, vocês acreditem que se quiserem podem chegar muito mais alto do que os livros dizem que vocês podem chegar. É só ter vontade, e não parem de estudar." (obviamente, o destaque é meu).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Paradoxo: se os livros dizem que a gente não pode subir na vida, por que aprender a ler e por que continuar estudando? Ah, claro, tinha esquecido: para ganhar um emprego melhor...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Não sei de quais livros o presidente está falando, mas sei que os livros de que gosto (e que meu alunos de Genebra gostavam) não dizem ao leitor que ele não pode subir na vida. Ao contrário, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.verdestrigos.org/sitenovo/site/vt/apresentacao.asp" target="_top"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;esses livros ensinam a sonhar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;, a viver a vida mais plenamente e a levá-la a sério. Em suma, eles ensinam a ser gente. Das várias maneiras de "subir na vida", é a que mais vale a pena.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22841280-114062204501546748?l=projetoemteste.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://projetoemteste.blogspot.com/feeds/114062204501546748/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22841280&amp;postID=114062204501546748' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22841280/posts/default/114062204501546748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22841280/posts/default/114062204501546748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://projetoemteste.blogspot.com/2006/02/ums-dos-primeiros-textos-que-iluminou.html' title='Ums dos primeiros textos que iluminou minhas idéias.'/><author><name>projetoemteste</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13118479405425802333</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
